segunda-feira, 19 de abril de 2010

Poema

Sentimentos Ondeantes

Sinto a onda de sentimentos
Ela quebra, faz barulho, mas recua.
Ela vem novamente, vem fraca, mas é vasta, abundante e inunda.
Volta, rasteira, lenta.
Ela sobe aos céus e quebra forte, derruba e empurra,
Mas vai embora, rápida, puxando.
Não retorna, torna-se mansa.
Até que se inquieta novamente, contorce-se, agita-se.
Iniciando, mais uma vez, um ritmo envolvente.
Inebriando, entorpecendo, enlouquecendo.
Voltando com novos sentimentos, tão iguais, tão diferentes.
Agonizante, mas desejada.
A onda que quebra, bate, toma para si e não devolve.
Ela molha, há quem não goste, mas Eu... Amo!

(Paulo Vitor)

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